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domingo, 24 de julho de 2011

Amy Winehouse

Ficheiro:Amy Winehouse f4962007 crop.jpg

"They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'"

 
23 de Julho de 2011. Good bye Amy Winehouse, uma das vozes mais incomparáveis que tive o prazer de conhecer.
Conheci a Amy em Londres, em 2009 e posso dizer que todo aquele talento que tanto falam dela é verdadeiro. Simpática mas ao mesmo tempo reservada ela era uma garota enérgica e animada. Sobre os boatos com drogas e bebidas me recuso a comentar, acho que no caso da Amy mesmo que se queira esconder seria inútil, ela acabou expondo muito esse seu lado "frágil" se é que se pode dizer assim.
Sempre defendi o fato de que no mundo da música muitos de nossos colegas fazem uso de alucinógenos e outros tipos de drogas lícitas e ilícitas, mas isso não significa que eu defenda o uso das mesmas ou que eu apóie essas causas. Na verdade, por experiência própria posso dizer que o mundo dos entorpecentes parece de primeira vista encantador, um refúgio para todos os problemas externos e ao tédio e pressões que a sociedade e o sistema acabam nos submetendo, porém, o preço que pagamos é alto demais para tais sensações tão momentâneas.
Ainda não se sabe quais foram os reais motivos da morte de Amy, mas ão se pode descartar a possibilidade dela ter sido causada pelo uso abusivo de substâncias tóxicas. Bom, só me resta desejar paz a essa garota e que seu nome fique marcado na história da música de uma forma positivamente inspiradora.
Para recordar, vale a pena ouvir uma, duas, várias vezes as faixas do álbum Back to Black, o álbum autobiográfico que rendeu a Amy Winehouse seu lugar nos holofotes da fama e sucesso. Eu particularmente aprecio muito as músicas desse disco e recomendo a todos que escutem, ao menos uma das faixas deverá agradar.
Abaixo, uma das minhas músicas favoritas da Amy: Rehab. Aprecie sem moderação! rs


Amy Winehouse - Rehab

Ela merece nossos aplausos sempre.

:)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Clássicos do Pop - Madonna

Falar em anos 80 e não falar no nome dela é quase impossível. Madonna, ao lado de Michael Jackson e Cindy Lauper, foi uma das grandes precursoras de estilo da geração chamada New Wave.
Estamos falando em rebeldia, jovialidade e uma sexualidade aflorada com uma mistura da energia de garotas e garotos que estavam começando a se descobrir e se mostrar ao mundo.
O que mais me chama a atenção em Madonna é a extrema dualidade de seus trabalhos. Vamos aqui analisar três músicas e você vai se deparar com três “eus” diferentes dessa cantora.

Like a Virgin


Como esquecer a tão célebre Like a Virgin? O título da música também deu nome ao álbum que marcou a fase mais ousada de Madonna, onde ela aparecia em seus shows vestida em corpetes, pérolas e muitas rendas.

A música na verdade conta a história de uma moça apaixonada que sente-se tão encantada com o parceiro a ponto de sentir-se novamente como uma virgem. Bonito não? Rs.
Esta canção apareceu posteriormente numa nova versão (mas não interpretada por Madonna) no filme Moulin Rouge – Amor em Vermelho.




Like a Virgin - Madonna

Crazy For You

Uma das romantiquinhas de Madonna, foi uma da baladas mais conhecidas da diva pop. Aqui, Madonna se desfaz em amor usando de seu timbre de voz mais grave e seco. Outra coisa que acho fabulosa é a capacidade da artista de entonar em suas canções dois timbres bem diversificados. Um totalmente agudo e outro mais grave, mais seco, meio aveludado, apesar de que ela deixou essa diversificação vocal nos anos 80/90 e hoje em dia adota apenas um acorde em seu vocal.



Crazy For You

Like a Prayer

Jesus negro! Esse foi o marco desse clipe na época de seu lançamento. Madonna foi uma artista muito marcada por causar polêmicas em suas canções e performances e esse clipe em especial causou um burburinho estridente por mostrar ícones religiosos que a cantora diz fazer parte de uma crítica não à religião em si, mas à maneira como a fé é usada pelos fiéis. Se pararmos para pensar, o clipe torna-se bem atemporal. Pessoas inocentes morrendo ou sendo incriminadas no lugar dos verdadeiros criminosos, injustiças acontecendo por todos os lados, dor, sofrimento, violência batendo a nossa porta. Like a Prayer é um esterótipo de tudo isso.


Like a Prayer

Vogue

Vogue também foi um dos clássicos de Madonna e virou um dos marcos que aliam a música ao mundo da moda. Ritmo dançante, de fácil fixação e o clipe de extremo bom gosto com o uso de inusitadas coreografias muito bem arquitetadas.


Alguns artistas consagraram-se por inspirar-se nos trejeitos de Madonna. Sua forma de interpretar, o estilo audacioso e fulgaz, as composições irreverentes e as performances inusitadas serviram como base para artistas como Britney Spears, Lady Gaga (por mais que neguem) entre outros.
Não é para muitos a honra de inspirar uma geração e essa tarefa Madonna cumpriu maravilhosamente bem.



Namastê.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ke$ha

Musicalmente falando eu não gosto muito do estilo da Kesha, porém, acredito que ela faça bem o seu trabalho. Assim como Lady Gaga, aliás, acredito que a garota deva ter se inspirado bastante nos looks e estilo espalhafatosamente peculiar de Gaga, apenas carregando-o com um tom mais trash e menos glamouroso. Enfim, assim como a Lady do pop, Kesha faz uso de excelentíssimos vermes de ouvido que fazem com que suas canções fiquem empregnadas na mente dos ouvintes.
É sras e srs, estamos falando de sucessos como Tik Tok e Blah Blah Blah. Nomes conotativamente infantis e  despretenciosos mas que mixados com um simples sampler adquirem o poder de grudar no seu cérebro e te fazer cantarolar durante horas a fio. Acho que esse poderia ser considerado um dos grandes segredos da música. rs.
Outra grande sacada da cantora é o fugurino audacioso, lembra muito dos anos 80 eu diria.


O estilo rebelde dá voz a uma geração de jovens despretenciosos e enérgicos, bem naquela linha do "sexo, drogas e rock'n'roll". Acho interessante isso, afinal, todos nós temos um pouco desse sangue rebelde correndo nas veias.
Embora esse estilo rebelde da música seja um dos grandes modismos fonográficos, não é qualquer artista que consegue incorporar essa personalidade. É preciso ter atitude, e é esse tipo de atitude que Kesha consegue transmitir. As vezes dá para olhar para ela e realmente imaginá-la escovando os dentes com Jack Daniels.



  
A garota diz que intimida os homens, e não é difícil imaginar o porquê. Kesha me faz lembrar a saudosa Madonna dos anos 80 em certos momentos. Apesar de simpatizar com algumas particularidades da irreverência de Kesha, acredito que ela não passe de outro ícone modista, muito distante de ser uma precursosa de estilo, assim como foram Madonna e Cindy Lauper. É como eu disse em outra ocasião, acredito que hoje em dia não haja artista com porte para ocupar o papel de precursor de estilo e ser o marco de uma geração. Há uma carência de talento na geração atual.


Tik Tok - Ke$ha


quinta-feira, 23 de junho de 2011

Justin Bieber

Meninas do meu Brasil e de outros cantos do mundo também, infelizmente! WHAT THE FUCK ARE THIS???
Eu não consigo acreditar que exista uma geração de mulheres capazes de suspirarem por um guri tão... sem graça? Pra não dizer outras coisas, definirei o furacão Justin Bieber em quatro palavras: marketing, patrocínio, petulância e sarrismo.
Senhoras e senhores, como bom músico que sou vos digo que literalmente me doem os ouvidos quando eu ouço uma pequena multidão de guriazinhas estéricas gritando "aaaaaaaaaaaaah, Justiiiiiiiiiiiiinnnnn!!! loookkkk at meeeeee, pleeeeeeeeease!" Ow God, chega a ser desanimador. O mesmo se repete em tantos outros idiomas e eu pergunto a mim mesmo: "what the fuck?".
Nunca entendi como certas coisas conseguem fazer sucesso. Aliás... entendo e muito bem.
A indústria fonográfica é notoriamente um negócio de grande pico, que faz girar centenas de bilhões de dólares todos os anos. Para manter aquecida essa indústria, as maiores produtoras tem de lançar alguns artistas anualmente para fazer girar a economia. Estamos falando de acessoria de imprensa, mídia publicitária, escândalos, lançamento de moda, volta de produtos e jargões etc, etc, etc.
Te parece complicado? Então vou explicar melhor.
Quando uma produtora lança um artista ela não está apenas investindo em uma pessoa que ela acredita ter potecial para ser um grande sucesso. É muito mais do que isso. A produtora escolhe a dedo o artista que ela quer lançar de acordo com a tendência do mercado naquela determinada situação, logo, música também requer uma estratégia administrativa, análise de mercado e previsão da demanda de determinado produto.
Lançaram Justin Bieber. Que lindo!
Ouvi boatos de que o guri foi descoberto por conta de um vídeo que seus pais postaram no youtube. As pessoas viram e se encantaram com a bela voz do piá de rostinho angelical e nariz bem definido. Que gracinha! Em pouco tempo ele aparece como o novo grande fenômeno da música pop, fazendo shows, turnês incríveis pelo mundo, clipes com uso de tecnologia de ponta e aparecendo ao lado de nomes consagrados como Usher e Ludacris e ainda por cima como o galã da mulherada. É Jay-Z, você que se cuide porque até da Beyoncé ele deu em cima.
Mas afinal, o que fizeste tu e tantos outros preferirem Justin Bieber a tantos outros adolescentes ou crianças dignos do mesmo talento (ou até superior)? A resposta é simples: influência da mídia.
Ninguém de respaldo twitou falando bem da Mariazinha ou do Joãozinho, e sim do Justin Bieber. Ninguém patrocinou os pequenos primeiros shows da Aninha ou do Luizinho nos shoppings de elite ou para abrir shows de estrelas consagradas, mas sim o Justin Bieber. Ninguém estava na TV apontando para ti e dizendo "goste da Sophia ou do pequeno Caio porque eles são bons", mas sim o Justin Bieber. Por fim, ninguém começou a tocar nas rádios desesperadamente as músicas da Luíza ou do Antônio para que você tivesse a ilusão de que "porra, todo mundo anda escutando isso? então deve ser bom!!", mas sim o Justin Bieber.
Resumindo, você acaba absorvendo tudo isso por osmose. O meio em que você vive anda tão saturado de Justins que ele acaba entrando no seu cérebro e quando você menos perceber vai estar cantando "baby, baby, baby, ooohh" e passando para frente toda essa falta de musicalidade de um artista pré-fabricado pela indústria cultural (é, tu achaste que ela tinha acabado? engano o teu!).
Eu não gosto e não apóio artista sem talento. Acredito em sonhos, porém sonhos não podem ser construídos por pessoas vazias. Quem nunca correu atrás de um sonho, nunca idealizou, nunca teve a porta batendo na cara não tem conteúdo suficiente para enfrentar um palco. Músico vazio não existe. O que existe é uma imagem que a mídia tenta vender à vocês como forma de modelo a ser seguido.
Infelizmente, tem muita gente compando por aí...

Pop Music - Michael Jackson

Louco? Um gênio? Desesperado? Insano? Talentoso?
É, acho que essas são apenas algumas das inúmeras definições que cabem a Michael Jackson. Certamente o artista mais controverso dos últimos tempos, o Rei do Pop (e esse eu faço questão de frisar que de fato merecera o título) teve uma vida cercada de mistérios e contos fabulosos, alguns deles com um ponto de interrogação até hoje.
Não vou me prender aqui narrando a história de vida de Michael Jackson mesmo porque isso muitos de vocês já sabem. Caso não saibam mas tenham interesse em conhecer cá está: Who's bad?

Como músico é impossível não admirar o talento assombroso de Michael Jackson. Cantor, compositor, produtor, bailarino entre outras coisas, parece que tudo que Michael fazia, fazia com perfeição. Acredito que muito disso deva-se ao fato de que Jackson cobrava muito de si mesmo, provavelmente pela maneira como fora educado pelo ardiloso pai que sempre o incentivou e cobrou muito do garoto desde que tinha seus 5 anos de idade.
Entre mortos e feridos (e bem feridos diga-se de passagem), o garoto cresceu e, sem nenhuma força de expressão, dominou o mundo da música e ganhou o merecido título de Rei do Pop.
Ultimamente tenho visto muitas comparações de outros artistas com Jackson mas em minha opinião qualquer artista dessa nossa nova era está longe, repito, muito longe de alcançar sequer um lugar junto à sombra do fenômeno Michael.
Justin Bieber, Justin Timberlake, Lady Gaga, Jonas Brothers e tantos outros nomes por aí... sinto muito. Vocês são apenas modismos de uma geração que não tem mais ninguém que seja grande o bastante para ser admirado.
Na minha época, para você ser considerado um bom músico você tinha que entender de música. Não falo ser formado, ter um diploma de graduação nem uma lista de cursos tecnológicos e outras modernidades dessas, mas sim de sentimento. Ser músico é ter a capacidade de sentir a música, saber que aquilo que fazemos não é apenas um conjunto de palavrinhas com um ritmo pra mexer quadris. Fazer música é conseguir expressar sonoramente aquilo que você sente e influenciar pessoas para que se sintam como você, é fazê-las partilhar do seu momento, e nisso Michael Jackson era mestre.
Posso citar aqui uma lista gigantesca das músicas de Jackson que escuto com frequência, mas as minhas preferidas e as que mais recomendo são as seguintes:

- Heal the World  e  Man In The Mirror

Essas são duas músicas bem ideológicas onde Michael deixa uma mensagem clara: é hora de salvar o mundo. Acho inteligível tal percepção visto que 9 em cada 10 pessoas está sempre reclamando de alguma coisa. Ora é o governo, a falta de dinheiro, a insegurança, a violência. Não estamos mais aguentando tantas catástrofes acontecendo dia após dia, e o que fazer para mudar isso? A grande mudança que queremos ver no mundo começa em nós mesmos.
A primeira aborda a temática num prisma mais amplo, com a intenção de dispertar o interesse das pessoas em abraçar a causa do mundo e ajudar a resgatá-lo de seu trágico fim que está por vir (interessante reflexão já que 2012 está próximo hein?), já a segunda trata mais da mudança do ser humano como princípio da grande mudança exterior que engloba a sociedade geral. Tu és um sociólogo nato querido Jackson.



Heal The World
(Faça do mundo um lugar melhor pra mim, pra você e para toda a raça humana)



Man In The Mirror
(Se você quer fazer do mundo um lugar melhor, olhe para você mesmo e faça aquela mudança!)

- Billie Jean

Conheci muitos artistas que costumo chamar de músicos de prateleira. Eles vêem os equipamentos numa loja qualquer, compram, começam a dedilhar seu violão nos intervalos da faculdade apenas para atrair um certo número de gurias a seu redor, entretanto não tem idéia alguma do que aquele instrumento realmente pode fazer. A maioria desses artistas desconhece o som de boa parte dos instrumentos que usamos e me lembro até hoje quando um deles me perguntou: "Palazzo, que diferença o som do baixo faz em um arranjo?".
O baixo é a alma da música, ele dá o ritmo e o compasso. Sabe aquela vontade boba de mexer o corpo enquanto escuta os acordes tocando? Isso é baixo. Mas, se você quer conhecer e sentir na pele esse efeito, te dou a receita: Escute BILLIE JEAN de Michael Jackson.
Lançado em 1983, foi o primeiro clipe de um músico negro a ser veiculado na MTV e os acordes do início da música são embalados por um som de baixo que fazer qualquer um querer aprender a tocar. Fabulous!



Billie Jean
(primeiro clipe de um músico negro a ser veiculado pela MTV, em 1983)

- Smooth Criminal

O clipe dessa música marcou todo um estilo de uma época. As roupas e o "quê" de mafioso que Jackson apresentara nessa turnê fizeram a cabeça da mulherada e marcou a volta do estilo vintage nas coreografias cenografias e até mesmo nas composições. A turnê Smooth Criminal vendeu milhões de ingressos e o clipe apareceu no filme Moonwalker (1988) de Jackson no qual ele exibe um de seus mais famosos passos de dança: o Moonwalk. Essa música particularmente me lembra a minha Annie. rs, tenho um caso de adoração especial por ela por conta das lembranças.





Smooth Criminal
(Annie are you ok??)

 São vários os acontecimentos bizarros em torno da vida de Michael Jackson, mas a verdade é que ele continua fazedo sucesso e sendo grande fonte de inspiração para os mais diversos músicos mesmo 2 anos após a sua morte.
O filme póstumo This Is It mostrou os bastidores da preparação do show que ele pretendia realizar. Uma turnê de 50 shows que marcariam a sua aposentadoria como músico. Só pelo filme deu pra ver que seria alta classe, também, não tinha como esperar nada abaixo disso vindo de Michael.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

E vamos falar de pop: Katy Perry

Definitivamente, a Katy Perry sempre me ganha pelo momento!
Nenhuma, absolutamente NENHUMA das músicas dela me agrade de primeira mas, de repente, escuto num momento qualquer, numa ocasião qualquer, sem querer.. e penso "poxa, até que não é tão ruim".
Eu sei que uma música me ganha quando eu penso em baixar para ouvir melhor. O casamento acontece quando ela sai do HD e vai para o ipod.
Atualmente não estou com nenhuma música da Katy em meu ipod mas ontem me veio uma vontade insana de escutar Teenage Dream, tanto que escutei pelo youtube do Iphone.
Da Katy gosto mais propriamente dito do estilo da garota do que das músicas em si. Gosto dessa linha pin up que ela faz, dá um ar de mulher fina, elegante e ela é uma das poucas mulheres que conseguem representar com classe esse papel.
A primeira música que ouvi de Katy foi a badalada I kissed a girl, onde a moça faz clara apologia ao lesbianismo. Não sou nada a favor dessas ideologias de incitação ao homossexualismo, também não sou preconceituoso, longe de mim. Não tenho nada contra nem desmereço ninguém em função de sua opção sexual, mas não concordo em nada com essa idéia que a mídia está gravando na cabeça das pessoas de que homossexualismo é normal.
A resposta é a seguinte: NÃO, homossexualismo não é normal. Não incentivo, não concordo e não apóio nenhuma campanha que trate homossexualidade como um fenômeno da atualidade. Em minha opinião o que a mídia vem praticando com vossas mentes é pura lavagem cerebral. Eles tentam mascarar em novelas, filmes, músicas, propagandas e etc e tal a idéia de que o mundo mudou e o normal é você ser adepto da tal geração flex. Ser bissexual é a nova moda. Legal, se moda valesse alguma coisa não estaria em constante mudança. Os que prevalecem são aqueles que tem estilo por isso acorde. Não viva esse engano que a mídia te propõe, seja apenas o que você quiser.
Sorry Katy, mas a idéia de I kissed a girl não me parece uma good idea, apesar de a música ter um ritmo meio descontraído, rs. Ela atraiu em grande parte a atenção dos pré-adolescentes adeptos dessa geração flex.
O que eu gosto é que Katy faz uma linha divertida, ela não usa esterótipos de mulher para ser desejada a todo momento. Ela nã é aquela mulher sexy com o vestido vermelho com quem você tem vontade de dormir só de trocar um olhar com ela. Ela é a garota que te faz rir e que conquista pelo estilo suntuoso. Very nice!

Músicas da Katy que vale a pena serem conhecidas:

- Firework
- Wake up in Vegas
- Teenage Dream
- California Girls


Teenage Dream



California Girls



Ainda sobre o pop: Christina Aguilera

Como falei de Britney Spears não seria justo deixar de lado a coleguinha de classe dessa garota. Christina Maria Aguilera, ou simplesmente Christina Aguilera passou pela mesma linha do tempo que a princesinha do ppop (princesinha? Sinceramente não sei como ela conseguiu chegar tão longe..).
O primeiro álbum de Aguilera levou o nome da cantora e contou com os sucessos Genie in a bottle, Come on over e I turn to you. Diferente de Britney Spears, Christina Aguilera é dona de uma das vozes mais ricas que conheci na atualidade. Com um vocal de subtom ela dá inveja a qualquer afro descendente com a potência de seu timbre e faz a gente gritar até ficar rouco (ou louco?) tentando acompanhar a emoção que ela transmite em cada nota mais elevada de suas músicas. Quer sentir o efeito? Escute I turn to you ou Reflection. É o fino do fino.
O segundo álbum de Christina foi uma homenagem às origens latinas da cantora e foi praticamente uma regravação do primeiro álbum com excessão de algumas novidades, todas gravadas em espanhol. Aí ela novamente soltou a voz interpretando Pero me acuerdo de ti e Beso del final. Muy guapo el trabajo!
O terceiro álbum marca a sexy revolution: Stripped. Esse álbum foi a grande libertação de Aguilera, pelo menos foi assim que ela o julgou na época. Christina fez questão de ostentar a imagem sensual e sexual durante as turnês embaladas principalmente pelo enredo de Dirty, Stripped e Cant hold us down. Muita voz, muita orgia e pouquíssima roupa marcaram esse álbum, os clipes e os shows.
Depois de Stripped o sucesso de Christina caiu. O último álbum bem comentado dela foi o Back to Basics, lançado em 2006. Nessa época ela estourou com o sucesso Candy man. Aí é que eu vejo a evolução de Christina em comparação à Britney Spears. Ela teve o seu momento sexy star e superou isso. Ela continua com a linha sensual, porém hoje ela faz a linha mulher misteriosa, envolvente, glamourosa. Britney preferiu continuar com a imagem de puta rebelde ali da esquina do barzinho.

Para escutar:




Genie In A Bottle
do álbum Christina Aguilera, onde a cantora ainda fazia a linha levemente sedutora



Dirty
do álbum Stripped, marcou o sex simbol Christina Aguilera




Candy Man
do álbum Back to Basics, marca a evolução musical de Chris, onde ela encara os 50's na veia
(clássico sempre é um acerto. rs)

Britney Spears.... até quando?

A quase 10 anos atrás eu escutei as músicas de Britney Spears pela primeira vez. Lembro-me do primeiro grande hit, Baby one more time, uma regravação de um sucesso já existente interpretado por diversos outros cantores, entre eles Travis e Matt Cardle.
Esse sucesso também nomeou o nome do primeiro álbum de Britney Spears. Baby one more time foi o álbum dos tempos "virgens" de Britney como costumo chamar. A garota vestia-se de branco, fazia a linha sexy college, a garotinha mais popular do colégio que era bonita e gostosa mas que notoriamente ainda ão era sexual e moralmente madura. Divertido, ainda mais pelo fato de que todas as músicas desse álbum só conseguiriam atingir esse público pré-adolescente de colegial. Sucessos como Crazy, Sometimes e From the bottom of my broken heart embalaram uma geração de meninas de 10 à 16 anos que sonhavam em cantar, dançar e ser populares como a cantora que posava com look de Hot Innocence.
Pouco mais tarde, veio a revelação: Oops I did it again. Novamente, a música que deu nome ao álbum foi o primeiro sucesso a ser lançado. Oops I did it again foi a resposta da então princesinha do pop a todos aqueles que ainda a viam com o angelical rosto de garota inocente. "Oops, I did it again, I played with your heart, And got lost in this game... Oops you think I'm love, That I'm sent from above, I'M NOT THAT INNOCENT". Direta não?
A seguir ela banca a pobre menina rica que acaba engolida pelo mosntro da fama e se sente solitária. Surge então o sucesso Lucky (e ouso dizer que potencialmente foi a única música de Britney que cheguei a suportar ouvir).
O terceiro álbum marcou o fim da transição da ingênua menininha loira do colégio para o furacão do sexo. I'm Slave 4 U , Boys e Overprotected marcaram uma geração de clipes cada vez mais ousados que incitam a sexualidade. É, a menina cresceu, entretanto, não evoluiu.
Agora eu te pergunto Britney, qual será o próximo passo?
Após as inúmeras polêmicas envolvendo a imagem da cantora, o distanciamento da mídia, aparecer careca, embriagada, envolvida em escândalos sem número e etc ela ressurge linda, magra, loira, gostosa e.... de volta ao álbum Britney? Poxa, eu sinceramente esperava o início de uma nova fase. Quem sabe com algo finalmente um pouco mais maduro só para variar.
Acho interessante essa evolução pop que alguns artistas encaram. Nesse aspecto de inocência colegial - sexualidade adolescente - Hot hot woman, Britney Spears e Christina Aguilera andaram juntas e de mãos dadas, com a diferença apenas que a Christina tem uma voz potente com capacidade para encarar um show ao vivo. É um dos melhores timbres que já escutei na pop music.
É Britney, acho que está na hora de passar pela quarta etapa. É hora de amadurecimento de idéias agora garota, chega dessa fase bad girl revoltada que seduz meio mundo para depois dar as costas. Isso cansa.