sexta-feira, 1 de julho de 2011

Bem vindo Julho =]

Primeiro post do mês de julho. Logo menos o blog fará seu primeiro mês de vida. Muuuuy guapo =]
Esse trabalho têm me feito um bem sem igual e devo dizer que me estimula a continuar com o projeto. O blog ainda não foi divulgado, quero ter um número considerável de posts interessantes para começar a divulgar o endereço, mas o intuito não é a mídia, aqui é o meu desabafo musical e é isso que está me deixando tão satisfeito. Acho que foi a maneira mais real que encontrei de continuar meu contato íntimo com o mundo fonográfico que tanto, tanto me satisfaz.
E o sonho continua... rs.

Namastê.


=]

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Apresentação

é com muitiiissimo prazer que me apresento como contribuinte do blog, aceitando o convite feito por meu produtor, chefe, conselheiro e amigo, o sr Victor Montenegro.
a partir de hoje, faço parte do time e posso publicar aqui junto com V. meus aprendizados e gostos sobre musica. e vamos bater um papo!

;D

Rap - Emicida

Hoje vou falar pouco para o tanto que tenho que comentar sobre esse artista.
Não é segredo para ninguém que como músico sou apaixonado pelos ritmos de rua, entre eles o rap freestyle. Admiro e acompanho muito o trabalho dos Mc's de freestyle e aproveito a deixa para mandar um abraço a todos os rappers e versadores da batalha de MC's do Santa Cruz e da República. Um salve a liga dos MC's e a todo pessoal que acompanha, favorece, fortalece e faz crescer dia após dia esse movimento de expressão humana que é o rap.
Foi numa dessas rinhas de Mc's que conheci o trabalho do Leandro de Oliveira, mais conhecido pelo codnome Emicida.
Esse guri ficou conhecido como a grande revelação do hip hop, tendo seu grande estouro no ano de 2009. É de fato um motivo de extrema satisfação ver um rapaz que saiu das ruas chegar tão longe vencendo dentro daquilo que acredita. Música nas mãos de um verdadeiro músico é muito mais do que uma profissão ou objeto de renda, é nosso sonho, e somos fidedignamente agradecidos pela oportunidade de viver e sentir emocional, intelectual e fisicamente a propagação desse sonho.
O nome Emicida é uma fusão das palavras MC e HOMICIDA, visto que, devido o número estrondoso de suas vitórias nas batalhas de mc's, Leandro de Oliveira ficou conhecido como o assassino que matava os adversários com as suas rimas. Mais tarde ele criou sua própria conotação para o nome:

E - enquanto
M - minha
I - imaginação
C - compor
I - insanidades
D - domino
A - a arte

Bom, como disse, tenho muito para falar desse artista ainda, mas por hoje devo deixar-vos na curiosidade. Acabei de chegar no Rio Grande do Sul, como diz meu cunhado, na terra do "leite quente", e sinto que preciso mesmo cair na cama. Fica aqui a dica para quem quiser conhecer mais sobre a história desse rapper que acredito ser mesmo a grande revelação do Hip Hop nacional: E.M.I.C.I.D.A - história.
Em breve continuo o post, e deixo abaixo o novo videoclipe do guri que conta com um clima inusitado de superprodução cinematográfica. Gostei da banca, rs.

Namastê!



Emicida - Então Toma




terça-feira, 28 de junho de 2011

Masterização - Itens a serem corrigidos

Nesse post citarei alguns itens que precisam de atenção especial e devem ser corrigidos durante o processo de masterização para que ao final do processo de gravação você possa ter seu demo de qualidade, com um som de alta classe.
Os itens que você deve estudar durante o processo da master são os seguintes:

NÍVEIS

As canções e os níveis do programa precisam ser ajustados para manter uma proporcionalidade de canção para canção.
Nas fitas DAT, as mixagens podem somente ser altas (zero digital). Se uma mixagem possui picos transientes (caixa, por exemplo) que ultrapassa o nível médio do programa, o volume geral pode parecer mais baixo, comparado com outras mixagens. Nossa masterização fará correções nos transientes usando um "read-ahead" digital limiter ou algumas vezes simplesmente redesenhando a forma de onda do pico com objetivo de elevar o volume geral.
 


 
CARACTERÍSTICAS TONAIS (EQUALIZAÇÃO)

Enquanto a maioria das mixagens podem soar "matadoras", elas podem ser extremamemte melhoradas através de um cuidadoso ajuste de EQ (equalização).
Um problema comum na maioria das mixagens é o das freqüências mascaradas, que ocorre tanto em mixagens realizadas em casa quanto em mixagens realizadas em super estúdios.

RUÍDO

O ruído é um grande inimigo. Nosso processo de masterização removerá ruídos indesejáveis no início e fim do seu material.
Quando ruídos do sistema podem ser percebidos mas não eliminados com equalização podemos utilizar um sistema de redução de ruídos inteligente.

DE-ESSING

A "sibilância" (ssssssss) pode ser reduzida utilizando-se uma compressão dependente de freqüência.


ADIÇÃO DE EFEITOS

Em algumas situações, a masterização pode ser um momento para se acrescentar efeitos de alta qualidade a uma gravação a qual o artista/produtor considerem muito "seca" ou deixando a desejar de alguma forma. Utilizado com bom senso este tipo de procedimento pode propiciar grandes resultados.
Alguns efeitos momentâneos podem ser desejados, um eco ou "delay" em uma pequena parte de uma parada da bateria ou em um solo de sax por exemplo.


COMPRESSÃO

A compressão é utilizada para estreitar a diferença entre o os sinais mais altos e mais baixos no material gravado.
Compressão não necessita ser utilizada a menos que haja um problema perceptível.
Por exemplo, se o ouvinte precisa subir o volume durante as partes mais baixas da canção, a compressão pode ser necessária. Podemos utilizar compressores analógicos ou fazê-la digitalmente.
 


EDIÇÃO

Muitos versos antes do refrão? O primeiro refrão está fraco comparado com os demais? Não há problema. Muitas vezes é possível copiar e/ou mover partes de uma canção. Fades in/out (entrada e saída) das canções podem ser realizadas com extrema precisão. A seqüência das canções no CD pode ser completamente diferente da ordem em que foram gravadas.


ISRC

Ao gerarmos o CD matriz, podemos incluir o ISRC, um código único que identifica sua música e é usado pelas emissoras de rádio. Dessa forma você poderá receber do ECAD pelos direitos de execução de sua música.



Masterização

A propalada “masterização” existe desde que se começou a gravar discos há cerca de um século. O termo se popularizou com a introdução do CD e dos recursos digitais de edição do áudio. Masterizar quer dizer “passar para a master”, a fita matriz que contém o material finalizado. Então, se mixarmos um trabalho e gravar o resultado numa fita cassete, estamos masterizando em cassete. No mercado fonográfico, já se usaram fitas de rolo, fitas PCM e DAT. Hoje, já podemos masterizar direto para o CD.


A própria edição do material mixado, antes de ser transferido para um suporte físico, não é privilégio da era do CD. Nos tempos analógicos, já se editava o material mixado numa fita, transferindo o resultado para outra fita. Só que usar um mouse é muito mais fácil que remendar fitas com gilete e cola. Daí, desde que se começou a gravar em computador, as técnicas de pré-masterização (edição do material estéreo) se difundiram em larga escala, alcançando boa parte dos home studios.


Não estamos, aqui, preocupados com remasters, maneira encontrada pela indústria para vender um CD duas ou três vezes para os mesmos consumidores. O que está em questão, além das técnicas de acondicionamento das gravações num suporte físico, no caso o CD, são os procedimentos para recuperarmos a qualidade do material. Redução de ruídos, equilíbrio dos timbres, ganho de volume e outros recursos que encontramos nos mesmos programas que temos usado aqui nesta série de artigos. Assim, quem tem um estúdio de gravação no seu PC, tem, automaticamente, um estúdio de masterização, desde que o computador contenha um gravador CD-R ou CD-RW. E nele podemos tanto melhorar o resultado de nossas próprias gravações e mixagens quanto corrigir certos erros nas mixagens vindas de outros estúdios.

Preliminares.
No artigo anterior, finalizamos nossa mixagem salvando a música no HD como um arquivo .wav. Vamos agora abrir este arquivo no programa Sound Forge. Se a música vem mixada de outro estúdio, temos que transformá-la primeiro num arquivo .wav. Caso a gravação esteja em DAT, vamos copiá-la para o Sound Forge. Ligue as saídas estéreo analógicas ou digitais do DAT à mesa ou diretamente à placa de som. Ponha o Sound Forge para gravar acionando o botão com a bolinha vermelha (Record). Na janela que se abre, monitore o nível, regulando-o na mesa ou no programa que controla a sua placa. O nível dos picos máximos deve chegar perto da marca 0 dB (zero decibel), sem nunca ultrapassá-lo (clip), sob pena de distorção no som. Se a música vem de outro estúdio em CD, transforme-a num arquivo .wav por meio de um programa que faça a extração do áudio do CD para .wav. Este programa pode ser o Easy CD Creator, da Adaptec, que vem com a maioria dos gravadores de CD.
Pré-masterização.
A fase mais crítica do processo é a da edição do material. Agora que nossa música está num arquivo .wav, vamos abri-la no Sound Forge. O primeiro passo é verificar o nível do ruído e, se preciso, reduzí-lo. Na parte mais baixa da tela do Sound Forge temos lentes verticais e horizontais para a visualização do gráfico com as ondas sonoras. Focalizando o início do arquivo, antes da música começar, observamos o nível de ruído. Se for insignificante, deixamos como está. Caso contrário, vamos voltar a usar o plug in Noise Reduction, que já tínhamos detalhado no artigo IV desta série e utilizado no artigo XIV, sobre a edição das pistas gravadas. Aqui, muito cuidado para que a redução do ruído não altere os timbres de vozes e instrumentos ou desequilibre a mixagem.


Agora, ouvimos com atenção para verificar se os timbres estão bem equilibrados. Se for absolutamente necessário corrigi-los, vamos apelar para um equalizador ou um enhancer. Bons modelos de plug ins são o equalizador paragráfico de 10 bandas Waves Q10 e o enhancer DSP/FX Aural Activator. O enhancer (“melhorador”) realça harmônicos abafados nas diversas etapas, como a captação e a mixagem. Mas, cuidado: equalizador não inventa freqüências que não existem, apenas reforça ou atenua o que está gravado. Quanto mais alteramos o equilíbrio entre as diversas freqüências graves, médias e agudas, mais riscos corremos de deformar o trabalho. Por isso, uma boa mixagem é fundamental. Faça o dever de casa.


Outro ponto importante é a compressão dinâmica. Como já vimos em outros artigos, a compressão traz o som “mais pra frente”. Isto é, comprimimos os picos de volume para podermos aumentar o volume médio. O plug in Waves L1 Ultramaximizer é um limitador de picos ideal para a situação. Reduzindo os picos excessivos no material mixado (por exemplo, do bumbo e da caixa da bateria), o limitador aumenta automaticamente os demais sons, chegando a alterar os níveis relativos dos instrumentos e vozes. Mais uma vez, cuidado: a ânsia de aumentar os volumes não deve permitir que tornemos a música “chapada”, sem profundidade. Esta compressão final, de poucos decibéis, depende do gênero e estilo musicais. Na música erudita e instrumental em geral, usamos muito menos compressão do que, por exemplo, num hip hop ou em música techno.


O próximo passo é cortar o início e o fim do arquivo. O corte é fundamental para que cada música, no CD, comece no início e termine no fim de sua faixa. Parece redundante, mas nada é mais desagradável que um CD demo com intermináveis segundos de espera entre as canções. Cortar é simples: selecione, arrastando o mouse, os trechos de silêncio no início e no fim do arquivo, e aperte a tecla <Delete>. O problema são os estalinhos que às vezes se ouvem nesses pontos de corte. Resolvemos o problema selecionando um trecho bem curto (de alguns milissegundos) logo antes da música começar e clicando em <Process>, <Fade> e <In>; e selecionando um trechinho bem ao fim da música e clicando em <Process>, <Fade> e <Out>. Nas músicas que terminam com um longo fade out de vários compassos, é preferível “desenhar” o decréscimo de volume em gráficos de edição do que ficar arrastando manualmente o controle de volume master de uma mesa de som.


Salvamos o arquivo .wav e passamos às próximas etapas.

Masterizando o CD.
No Sound Forge, pelo menu Tools, abrimos o plug in CD-Architect, que é um excelente programa de montagem de CDs de áudio. Um verdadeiro paraíso para masterizadores e discotecários, já que seqüenciar canções é sua função. Uma vez detectado o seu gravador CD-R, ele está pronto para nos ajudar a materializar o sonho: fazer o CD.




O CD-Architect

Embaixo à direita, um simulador de CD player permite escutarmos as músicas e navegar por elas, como é feito nos aparelhos de CD.


Adicione as músicas selecionando seus arquivos .wav na ordem preferida. Clique em <File>, <Audio pool>, <Add...> e busque nos diretórios o seu arquivo. Numa faixa da tela, chamada Audio Pool, o CD-Architect vai pondo os gráficos com áudio estéreo, um após o outro. Ele também separa as músicas automaticamente por dois segundos, o que pode ser modificado entre cada duas músicas. Podemos arrastar cada música mais para perto ou longe da anterior, usando o mouse. Uma linha sobre cada canção é o envelope de volume: permite alterar o volume de cada uma, inclusive desenhando fades e alterações. Se esses arquivos estão normalizados, não aumente nenhum volume acima de zero dB, apenas abaixe, se precisar, tendo como referência a música de volume mais alto.


Após a organização das músicas no CD vamos, finalmente, “masterizar”. Coloque um CD virgem no gravador de CDs. No CD-Architect, clique no botão com a bolinha vermelha (Record), escolha o número de cópias, a opção de só gravar o CD (teste só na primeira vez) e a velocidade, que pode ser a máxima do seu gravador. Após alguns minutos, o gravador se abrirá e o programa deverá informar que o CD foi gravado com sucesso. Pegue-o e ouça-o. Ame-o ou deixe-o, mas grave outros.




Clássicos do Pop - Madonna

Falar em anos 80 e não falar no nome dela é quase impossível. Madonna, ao lado de Michael Jackson e Cindy Lauper, foi uma das grandes precursoras de estilo da geração chamada New Wave.
Estamos falando em rebeldia, jovialidade e uma sexualidade aflorada com uma mistura da energia de garotas e garotos que estavam começando a se descobrir e se mostrar ao mundo.
O que mais me chama a atenção em Madonna é a extrema dualidade de seus trabalhos. Vamos aqui analisar três músicas e você vai se deparar com três “eus” diferentes dessa cantora.

Like a Virgin


Como esquecer a tão célebre Like a Virgin? O título da música também deu nome ao álbum que marcou a fase mais ousada de Madonna, onde ela aparecia em seus shows vestida em corpetes, pérolas e muitas rendas.

A música na verdade conta a história de uma moça apaixonada que sente-se tão encantada com o parceiro a ponto de sentir-se novamente como uma virgem. Bonito não? Rs.
Esta canção apareceu posteriormente numa nova versão (mas não interpretada por Madonna) no filme Moulin Rouge – Amor em Vermelho.




Like a Virgin - Madonna

Crazy For You

Uma das romantiquinhas de Madonna, foi uma da baladas mais conhecidas da diva pop. Aqui, Madonna se desfaz em amor usando de seu timbre de voz mais grave e seco. Outra coisa que acho fabulosa é a capacidade da artista de entonar em suas canções dois timbres bem diversificados. Um totalmente agudo e outro mais grave, mais seco, meio aveludado, apesar de que ela deixou essa diversificação vocal nos anos 80/90 e hoje em dia adota apenas um acorde em seu vocal.



Crazy For You

Like a Prayer

Jesus negro! Esse foi o marco desse clipe na época de seu lançamento. Madonna foi uma artista muito marcada por causar polêmicas em suas canções e performances e esse clipe em especial causou um burburinho estridente por mostrar ícones religiosos que a cantora diz fazer parte de uma crítica não à religião em si, mas à maneira como a fé é usada pelos fiéis. Se pararmos para pensar, o clipe torna-se bem atemporal. Pessoas inocentes morrendo ou sendo incriminadas no lugar dos verdadeiros criminosos, injustiças acontecendo por todos os lados, dor, sofrimento, violência batendo a nossa porta. Like a Prayer é um esterótipo de tudo isso.


Like a Prayer

Vogue

Vogue também foi um dos clássicos de Madonna e virou um dos marcos que aliam a música ao mundo da moda. Ritmo dançante, de fácil fixação e o clipe de extremo bom gosto com o uso de inusitadas coreografias muito bem arquitetadas.


Alguns artistas consagraram-se por inspirar-se nos trejeitos de Madonna. Sua forma de interpretar, o estilo audacioso e fulgaz, as composições irreverentes e as performances inusitadas serviram como base para artistas como Britney Spears, Lady Gaga (por mais que neguem) entre outros.
Não é para muitos a honra de inspirar uma geração e essa tarefa Madonna cumpriu maravilhosamente bem.



Namastê.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Formação Profissional - Música

É de música que você gosta? Tem talento, faz composições, produz suas próprias melodias, beats, participa de shows, freestyles, grava seus cds e distribui por aí, tem o sonho de ser conhecido e reconhecido dentro do mundo musical? Parabéns. Você está a um passo de conseguir isso.
Hoje em dia existem inúmeras maneiras de um amador conseguir aprender e desenvolver suas habilidades na música: blogs como este que procuram ensinar conceitos de teoria musical e mais do que isso, o feeling dos produtores musicais, livros e diversos impressos, consultores mas, principalmente, se você quer ser um músico profissional de verdade, conseguir contratos com grandes produtoras, gravadoras ou mesmo trabalhar para si próprio fazendo cds, mixtapes e eps de qualidade você precisa mais do que isso. É, estou falando em cursos profissionalizantes.
Não é segredo para mais ninguém que hoje o mercado de trabalho anda um tanto competitivo e as vezes isso acontece não apenas por termos profissionais demais na área mas principalmente por não termos profissionais capacitados na área. Na música não é diferente.
Seguem abaixo alguns lugares que eu indico para quem quer ingressar no mundo musical.

Academia de Áudio Oferece cursos excelentes à preços tentadores.

Song Áudio  Venha conhecer o trabalho dessa equipe de engenharia de som!

CDA Áudio Curso de áudio e masterização

Reference Studio Masterização e Autoração para DVD e Áudio

Anhembi Morumbi - Produção Musical Curso superior de produção musical na Universidade Anhembi Morumbi

Anhembi Morumbi - Produção Fonográfica / Música Eletrônica Curso superior de produção fonográfica com habilitação em música eletrônica na Universidade Anhembi Morumbi

OMID  Academia de áudio

Escola São Paulo  Oferece cursos livres de trilha sonora e produção musical.


É isso, espero que procurem se informar em algum destes ou mesmo em outras instituições.

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